Para muitos, e ainda bem, o cancro já não é o bicho papão. Enfrentam de cabeça erguida, são um verdadeiro exemplo. Para outros, sobretudo para os mais velhinhos, essa doença é quase como aquela personagem, criada pela J. K. Rowling, o "aquele-cujo-nome-não-se-pode-pronunciar". A estes últimos eu gostava que houvesse um Harry Potter na vida real que os fizesse ver que não há mal em usar as palavras, que elas, só por si, não nos matam. Mata mais depressa o medo.
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