Mostrar mensagens com a etiqueta crónicas de uma convivência antecipada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta crónicas de uma convivência antecipada. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O espírito natalício começa aos poucos a entrar dentro mim.

Tivesse eu já a morar com o meu querido, desconfio que já tinha feito árvore de Natal, e se tivesse alguns arranjos de Natal, já teria os colocado também!
Reservaria as luzinhas para as acender apenas em Dezembro, mas penso que o resto já estaria.

Este ano o D só vai poder passar cá na terra ou o Natal, ou a passagem de ano. Devido à profissão dele o costume é esse: ou uma coisa ou outra.
Mas para o ano, no nosso primeiríssimo Natal como casadinhos, por pura sorte, há uma probabilidade muito grande de ele passar tanto o Natal, como a passagem de ano! Ainda falta mais de um ano, mas quando soube, fiquei muito feliz!

sábado, 11 de setembro de 2010

Demasiada informação ao mesmo tempo.

Foi o que pensei quando entrei no ikea. Eu que só queria ver um armário jeitoso em termos de preço e muito espaçoso, deparei-me com mil ofertas e ainda mais uma.
Aquilo não é grande, é graaaaaaaaaaaaaaande! Da próxima vez será mais fácil com toda a certeza, e vi muitas coisas giras. Já tenho umas idéias, agora tenho de reflectir sobre o assunto.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

ah ah ah

Quase fiz xixi de tanto rir quando li um anúncio num site de planeamento de casamentos que dizia o seguinte: "Vendo vestido de noiva. Usado apenas uma vez."

Querem ver que há quem leve os vestidos para o trabalho e eu não sabia? Ou então que se divorcie e quando se casa de novo para poupar uns trocos vai e usa o mesmo vestido, tipo fantasma dos amores passados... Ai...

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

domingo, 5 de setembro de 2010

A futura sogra* presumou.

E os futuros parceiros adoraram. Quero ver se a minha mãe quando o próximo jantar for cá em casa consegue igualar. É que a mulher não teve cá com meias coisas. Desde o pão, aos patés, aos iogurtes, às bebidas, aos pratos e sobremesas... Tudo caseiro e delicioso! Queria que conseguissem provar certas iguarias e cheirar!! Hmmm que cheirinho... Foi definitivamente um fim de semana de engorda ;)



* Sou só eu que ODEIO a palavra "sogra"? Tenho de inventar outro termo. Fica-lhe mal, ela é tão fofinha e simpática que devia ter outro nome... Mais bonito.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Um dia quando os netos perguntarem.

Um dia quando os nossos netos me perguntarem como escolhi o avô deles, eu não posso dizer que além das qualidades todas que apresentava foi porque me fazia rir. Vão ainda achar que o avô era tótó ou artista de circo.
Em vez disso vou dizer que era o menino mais bonito de toda a cidade, com um pormenor muito importante, aquela barba não tinha falhas*! Se deixasse crescer um bocadinho, ficava com aquele aspecto... Hmmm... Ou então não digo nada, ainda vão para casa traumatizados a dizer que a avó é uma taradona.
Pronto, afinal é melhor ficar-me pela teoria em que me fazia rir.

* Quando digo barba sem falhas, refiro-me a uma coisa que tenho reparado nos últimos tempo, muitos rapazes nunca chegam a ter uma barba "farta", ou seja, se deixam crescer um bocadinho nota-se logo ali zonas da cara onde era suposto existir pêlo e nada. Não acho lá muito bonito.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Sobre a inveja, ou outro sentimento que não consigo perceber.

Sabem quando têm uma coisa muito especial? Quase que apetece gritar a todo o mundo como aquilo que possuem é perfeito, como o encadeamento de tudo é tão harmonioso. Tudo gira e move como uma dança estupenda e bem coordenada. No amor sinto-me assim. É quase como se tivessem um segredo que mais ninguém conhece. Apetece gritar a todo mundo.

Mas ultimamente as pessoas tem sempre palpites negativos a dar. Ou sobre onde vamos morar, ou sobre os nossos trabalhos, ou sobre tudo e qualquer coisa que vem à conversa.
Como se ser tããão feliz assim, não fosse suficiente, como se ser amado e correspondido deste modo não fosse assim tão bom ou fosse assim tão comum. Como se confiar em alguém fosse a coisa mais fácil do mundo.
Imaginem: é como se tivessem algo que exibissem com orgulho, fizessem questão de mostrar, porque acham tão bonito, tão lindo, que não há coisa mais na vossa vida de que tenham tanto orgulho, e depois dizerem-vos que isso de que têm tanto orgulho não presta, ou não tem valor, ou é vulgar. Magoa.

Às vezes pergunto-me se é apenas parvoíce ou inveja. De qualquer das maneiras preferia que ficassem  contentes por eu estar super feliz.