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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Novidades?

Sabiam que os "Modelos" deste Portugal vão deixar de existir e passar a ser todos chamados Continente?

Agora passando a coisas de grande interesse, pelo menos para mim... Destino de Lua de Mel, decidido num dia, não fosse uma promoção que acabava no mesmo dia que soubemos dela...






segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Ontem estive com as meninas.

Não todas. Acho que vai ser mesmo bom é juntar todas. Já assim deu para pôr a conversa em dia, saber novidades, conhecer os namorados novos. O meu mais que tudo esteve presente não fosse o motivo primordial entregar os convites para o nosso casamento. (Acho muito bem ele ter ido porque isso da noiva ser o mais importante num casamento é uma teoria injusta para o noivo, se ele quer isto tanto como a sua amada, o dia deve ser completamente dos dois.)
Ele deve ter ficado algumas vezes à nora, pois era só tagarelice atrás de tagarelice, mas se tal aconteceu  disfarçou muito bem.
No dia anterior estive muito nervosa, depois estar lá com amigas passou tudo.

Agora preciso de ideias para organizar algo todas juntas, mas desta vez na minha santa terrinha. A ver se as meninas aprendem o caminho. Supostamente é uma despedida de solteira, mas eu acho que é mais uma desculpa para nos encontrarmos. É que parece que quando se começa a trabalhar é preciso "desculpas" para vermos os amigos. É o jantar de natal, é o de aniversário, é o casamento de alguém em comum, é a passagem de ano... E depois passamos o resto do tempo a dizer aqueles que estão mais longe: temos de combinar um café. O tempo passa, e zero de cafés!
O que importa é que ontem foi como se a última vez que estivessemos estado juntas estivesse sido no dia anterior. Zero constrangimentos. Soube tão bem... Deu para matar um bocadinho as saudades!

Eu gostava de ter um bolo deste género na minha despedida... Que acham?

E mais ideias? Um jantar em casa ou num restaurante?

domingo, 30 de janeiro de 2011

domingo, 16 de janeiro de 2011

Registo civil: check!

A parte do registo civil já está!
Mas foi uma desilusão. Noiva que se preze tem todos os momentos pensados e idealizados ao pormenor. Eu não tinha sonhado com nada até me ver de anel no dedo. Desde que essa viagem começou, que não consegui resistir a pensar como seria tudo. Não só o dia do casamento em si, mas os dias antes, os dias depois, a escolha disto e daquilo.

O dia em que fomos ao registo civil ficou marcado por uma atabalhoadísse pegada. Era suposto ser em Março, teve de ser agora, era suposto ter levado a roupa que queria, ter tido um diazinho romântico, etc e tal. Népias, nicles, batatóides.

O padre chegou à conclusão que tinha de ter os papéis no dia seguinte, foi uma correria, parece que ainda não aconteceu e já foi na Terça-feira passada.
Entretanto o namorado teve de ir trabalhar lá para terras dos mouros, e eu fiquei cá pelo norte. Hoje ele chega e temos tudo preparado: vamos ir jantar fora a um sítio diferente, ele vai vir vestido todo janota, eu vou espera-lo ao comboio com a minha roupa nova e bonita que comprei (super barata, acho que qualquer dia a mãe dele me começa a chamar rainha das pechinchas).

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Não é fácil falar disto às pessoas.

A sorte é que aqui ninguém me conhece. Pronto, com excepção de uma pessoa, mas no fim deixo recado.

Começamos a pensar em casamento muito cedo. Sempre gostamos tanto um do outro, sempre ultrapassamos todas as dificuldades, e sempre levamos tanto a sério esta relação, porque não assumir perante todos, na lei e perante Deus? Nunca nos fez confusão. Mas apesar de sermos muito jovens e meios loucos por já pensarmos nessas coisas, sempre tivemos os pés assentes na terra. Não são tudo rosas, e era preciso fazer as coisas ajuizadamente, quando fosse o momento certo. O momento certo dependeu para nós sempre de três coisas: 1.º haver amor e vontade, 2.º ser na altura certa das nossas vidas, 3.º ter algum dinheiro para poder fazer uma festinha. Haver amor, sempre houve. A vontade foi crescendo ao longo dos anos. Quanto a altura certa, eu nunca quis casar e ainda não estar a trabalhar, agora que já estou, essa condição já está superada (ele é mais velho já trabalha há mais tempo que eu). O dinheiro para o casório fomos juntando. 

Faltava o pedido. Ele fez-me uma belíssima surpresa quando viu que tínhamos todos os "requisitos" preenchidos e quando viu que tínhamos algum fundo de maneio financeiro. Que vamos deixar de ter, obviamente. Com tanta despesa... Mas de modo algum queríamos fazer como alguns amigos que conhecemos, que casaram sem terem como, a contar que as prendas cobrissem as despesas.

Dizem que o planeamento de um casamento é uma dor de cabeça. Não tem sido. (Se calhar o pior está para vir, não sei).
Confesso que foi complicado escolher o vestido entre tantos, mas também foi muito divertido. Também já aqui falei na entrega dos convites. Eu ia completamente receosa, toda a gente sem excepção diz que é a pior parte de tudo. Bem, até agora: sem grandes queixas. É bom revêr pessoas, é bom conversar com elas. É um bocadinho chato quando é da parte do noivo e não conheço muito bem. Também é um bocadinho chato quando já não há assunto. Era bom conseguir entregar mais convites num dia só. Porque a única coisa má até agora é ver todos os minutos livres de um fim de semana ou feriado a serem gastos assim. Porque se é bom estar com quem gostamos, também sabe bem no fim de uma semana de trabalho descansar, ficar um bocadinho em casa. Mas não... Não pode ser, temos de sair, de manhã à noite para entregar  todos os convites o mais rápido possível. De resto não tem havido grandes constrangimentos porque resolvemos só convidar quem gostamos e temos mesmo muita afinidade, e no geral não há cá aquela coisa de convidar a prima da prima só porque ela convidou, ou porque parece mal, ou porque a mãe ou pai querem que convidemos; somos nós que pagamos o casamento, somos nós que fazemos as regras.

Agora uma coisa que me tem deixado sim bastante embaraçada e sem saber que responder é quando as pessoas falam de prendas. O que queremos. O que precisamos. Listas de casamento.

Em primeiro lugar para os meus lados não existe tradição de listas de casamento. Por outro lado ia ser muito difícil fazer uma lista e se lerem até ao fim o meu testamento perceberão porquê.

Em segundo lugar não me sinto nada à vontade de impôr nada a ninguém. Fizemos questão de convidar só quem gostamos; o "tio" ou a "prima" com quem não falamos há mais de dois anos não vão ser convidados só porque sabíamos que esses iam dar prendas chorudas ou porque parecia mal não convidar. Nesse dia queremos estar com as pessoas que nos dizem muito emocionalmente. Onde quero chegar é que ninguém foi convidado, nem será, a pensar nas prendas.

Depois é complicado responder a isso também porque não precisamos de nada que possamos pedir. Precisávamos de um frigorífico, um colchão e de um microondas. E queríamos uma máquina de café e uma bimby (note-se a diferença entre precisávamos e queríamos). Os pais de um e de outro já disponibilizaram essas coisas. Tanto as que queríamos como as que precisávamos. Pronto. Não sobra nada.

Portanto o que eu gostava de dizer mas não tenho coragem (porque não estou a contar com as prendas, nem quero dar essa ideia, e se dissesse o que quero acho que daria essa ideia) é: não preciso de nenhum electrodoméstico, nenhum móvel, nenhuma louça, nenhum pano. Tenho onde morar com tudo mobilado (vou morar lá provisoriamente mas sem data limite, mas foi o que escolhemos por muitas razões que não só as monetárias), tenho um enchoval cheio de paninhos, toalhas, lençóis, conjuntos de louça, de tachos, de copos, talheres, coisas de banho, tarecos e mais tarecos, tenho de tudo praticamente. Já me ofereceram os electrodomésticos que precisava e que estavam em falta. O que nós queríamos? Conseguir arranjar algum dinheiro para ir de Lua de Mel, porque eu acho que ou se vai logo a seguir, ou nunca mais será lua de mel mesmo, com a mesma emoção, nem que supostamente seja. Ou  receber algum dinheiro para juntar, para daqui a um tempinho dar entrada num empréstimo para comprar o nosso cantinho.

O que escrevo então na minha lista? Lua de mel e dinheiro para um empréstimo? Ridículo.
É por isso que não há listas. Não se usa aqui na zona, não queremos impôr presentes e não temos nada com lógica para lá colocar.

Minha margarida mais que querida, tu és a única que me lês e que me conheces, e isto que escrevi em cima não é para ti. A tua prenda, é vires! Estás tão longe, bem sei que fica caro (muito!) já para não falar das questões do teu trabalho. Tenho esperança que como a nossa data é ali mesmo ao ladinho da Páscoa, que possas vir. A tua prenda é essa, ok? É o TEU bilhete de avião.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Orçamentos doidos.

Ai e tal que as pessoas são doidas por se casarem. Que se vão prender
Não sei se isso é verdade. Mas não acredito. Nunca me senti presa, sempre senti antes aquela vontade louca de me atar a ele só para ele não fugir de mim, para agarrar esta felicidade toda, e ninguém roubar um cisco que seja. Ele diz que sente o mesmo. Bem, se é doido como eu, não sei. Mas é provável ou não me aturava há tanto ano.

Somos muito doidos (se assim querem chamar a quem quer casar) para dizer que "sim" à frente de toda a gente. Mas não somos doidos ao ponto de dizer que sim a tudo quanto nos pedem. Passo a explicar. Pedi orçamentos em vários sítios para maquilhagem, música, etc.
Ora vamos por partes, houve um animador musical, que basicamente põe umas músicas a tocar e tal e pedia 600 euros e EXIGIA (leram bem) ter lugar sentado na mesa como os convidados. Ao que me questionei, mas afinal o homem vai aos casamentos para animar os casamentos ou para comer? Além dos 600 euros que só por si são um exagero (e não estamos a falar de música ao vivo). 600 euros para pôr música a tocar?

Outro exagero com que me deparei foi com as maquilhadoras. Aqui é que me deu mesmo vontade de rir. Os orçamentos que tive foram entre 100 euros a 400 euros. Sim, houve quem tivesse o descaramento de pedir 400 euros por uma maquilhagem leve e natural.
Mas perguntei a mim mesma: "será que fico com os produtos no fim?", não, não ficamos com os produtos no fim. O preço é aquele, ponto. Algumas "oferecem" a maquilhagem à mãe da noiva. Mas eu penso que não é nada oferta, com o que pedem, está muito bem paga a maquilhagem das duas! Algumas alegam esta exorbitância porque a maquilhagem é uma arte.
Outro pormenor que achei curioso foi que todas pedem mais dinheiro pela deslocação. Por menos km que sejam, há sempre um acréscimo no preço para a deslocação.

Isto mexeu muito comigo. Muitas de vocês podem achar que eu é que sou forreta e que o que elas pedem é justo e normal. Outras de vós podem pensar que é de mau tom falar destas coisas. Mas mesmo assim eu continuo a pensar que é um exagero e que tenho razão no que penso e que posso muito bem falar sobre isto.

Sabem porquê? Porque eu para ganhar 100 euros tenho de atender DEZENAS de pacientes. Entendem? São horas e horas de trabalho. Para ganhar 100 euros tenho a responsabilidade da saúde de dezenas de pessoas nas minhas costas. E depois ainda desconto quase 50% do que ganho para o estado. Eu faço centenas de km por semana e nenhuma das 4 clínicas diferentes em que trabalho me paga nada despesas de deslocações. Em todas tenho de passar recibos e não há cá nada de dinheiros por debaixo da mesa.

domingo, 28 de novembro de 2010

Saga dos convites.

Ok, admito, ia quase a tremelicar, não literalmente, é claro. A minha alma é que ia cheia de medo. Todos dizem que é a pior parte. Por hoje, sem queixas. Uma tarde, 6 convites entregues. Não está mau, pensei que com conversas fiadas a falar do tempo, do frio e da crise não conseguisse entregar mais do que dois. Afinal não.
A parte pior deve estar para vir, que é quando me começar "a passar" por ter de gastar todos os fins de semana a entregar convites. Essa é que deve ser a parte chata: prevejo que os convites vão-me vencer pelo cansaço.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Dou voltas e mais voltas à cabeça.

Como vou eu organizar uma despedida de solteira? Hmmm? Isso é coisa que me preocupa, porque eu nunca fui a uma despedida de solteira. Pois. Se eu nunca fui a uma, como raio hei-de saber o que é suposto fazer. O meu conhecimento na área limita-se a ver desconhecidas na rua de pirocas na cabeça. Ao menos um bem tem, ser eu a organizar isto: não quero ver órgãos genitais em parte alguma nesse dia. Muito menos de plástico, coisa mais pirosa! Bolos com pénis e mamas, fora! Véus e afins com pilinhas, fora!
O problema é que fazendo "fora com pénis e mamas" não sei muito bem o que sobra. A ver vamos. Vou esperar que desça sobre mim uma ideia brilhante.

E o que eu também queria antes de famoso dia era organizar algo assim mais caseirinho, para as meninas se conhecerem melhor. Talvez uma coisinha em minha casa. Uns petiscos para as meninas, um jantarzinho simples, conversa de típica de mulheres, um filme ou uns jogos. Tudo assim muito calmo e caseirinho.
Assim ao género daquilo eu vejo em alguns blogues brasileiros, o chamado chá-de-cozinha ou chá-de-panela. Ou pelo menos aquilo que eu julgo isso ser. Que como não andei a ver isso a fundo para mim é só um encontro de meninas, sem a parte das "loucuras".
Talvez até aproveitando as férias do Natal. Ou é muito cedo?

Mas quê? Faltam-me as ideias, penso que se calhar as minhas queridas não iam achar muita graça... Não sei se devo avançar com a ideia ou não. Então dou voltas e voltas à cabeça e daqui a nada vejo os meses e semanas a passar e nem uma coisa nem outra.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Eu gosto tanto do meu vestido, que me apetece dar-lhe beijinhos.

Ontem, e hoje (de novo), sonhei que já era o big BIG day! No sonho eu tinha vestido, mas o noivo estava sem fato! Então estava a ser uma confusão, porque a cerimónia era às 13h00 e já eram 11h da manhã e o noivo a mandar msg a dizer que ainda não tinha conseguido arranjar um fato que lhe servisse.

Bem, ainda faltam 5 meses até ao casório, por isso só espero que sonhar dois dias seguidos com a mesma coisa não se torne rotina  ;)

Ah e eu gosto tanto do meu vestido, que me apetece dar-lhe beijinhos.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Se vai mesmo ser o derradeiro dia, não sei.

Mas está marcada para amanhã a segunda visita à loja, supostamente para a decisão final relativamente ao vestido. Como pelos motivos mais óbvios não posso contar com o noivo, sinto-me completamente em queda livre. E se ele não gosta? E se escolho o errado? E se depois me arrependo da minha escolha?
Todos me ficam bem, acho que a escolha não passa por aí. Não vesti nenhum que ficasse horrível. Mas experimentei bastantes que não gostei.
Não houve nenhum que me fizesse o coração apertar, as lágrimas cair ou qualquer outra revelação. Se calhar sou diferente das outras pessoas, mas não aconteceu. E olhem que já experimentei quinhentos e trinta e três vestidos, com mil e quinhentos feitios.
Estou mais indecisa entre 2 ou 3, que são todos com estilos completamente diferentes, custam todos à volta do mesmo, e ficam-me todos bem. Aquilo é decidir entre o cetim clássico e o tulle, entre o mais elegante e o mais "menineiro", entre o romântico e o chique. Como decidir? Não sei.
É nesta altura que sinto que isto devia ser como nos filmes americanos, em que a noiva, além da madrinha, tem um rol de damas de honor. Agora dava jeito, ter lá as minhas preferidas a opinar.

domingo, 24 de outubro de 2010

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Enigma! (despedida de solteira)

Oh! Acabei de me lembrar, com as minhas amigas espalhadas pelo mundo - bem, pelo mundo é exagero, só uma está fora de Portugal - como raio vou ter uma despedida de solteira?
Ora pensem comigo, no total elas não se conhecem todas umas às outras, têm profissões e ocupações diferentes, algumas moram a km e km de distância umas das outras, não se conhecem, e a única coisa que têm em comum, sou eu! Logo elas organizarem uma festa para mim parece-me óbvio que não vai acontecer. Tenho de ser eu, quanto a isso não há problema, até é positivo: assim é do modo que de certeza que não há pilas de plástico penduradas na minha testa. Mas o problema é como raio vou junta-las todas num jantar agradável e divertido? Junta-las não deve ser o mais complicado. Mas as meninas não se conhecem! Oh no... Parece-me que não vai haver despedida nenhuma :-(